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Geóloga Sofia Barbosa defende projeto de caulino.
Geóloga Sofia Barbosa defende projeto de caulino alertando para respostas às condicionantes.
Após análise ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) realizado para o projeto de exploração de caulino e argila em Peniche, a geóloga Sofia Barbosa defende o trabalho a realizar. Isto desde que sejam respondidas as questões ambientais apresentadas.
Apontando que o projeto pode ter várias melhorias, indica também que existem instrumentos regulatórios que obrigam a empresa a cumprir as normas necessárias.
Acrescentando que o EIA foi realizado de forma muito completa, explica também que no próprio documento existe a proposta de “medidas de minimização e monitorização, onde, de facto, há realmente o objectivo de se controlarem os impactos”.
Um dos exemplos fornecidos é em relação às águas subterrâneas.
Sofia Barbosa também indica que este tipo de projetos trazem mais valias económicas, referindo uma vez mais que no ponto de vista ambiental, existem formas de monitorizar, controlar, prevenir e mitigar os impactos que se apresentam negativos. Explica também que a presença da floresta de eucaliptos com acácias na envolvente da concessão “vai constituir uma barreira arbórea para tudo o que é parte do ruído e de poeiras”, deixando-os “circunscritos à própria área da exploração”.
Esta avaliação vem no rescaldo da contestação da população de Óbidos e Peniche que se manifesta contra o avanço do projeto, bem como dos pareceres negativos da associação ambientalista Quercus e da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas.
O projeto prevê uma produção anual de caulino e argila na ordem das 569.100 toneladas/ano.
Crédito de imagem: INTERNET