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Livre apoia ferrovia da mina de Aljustrel

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Livre apoia ferrovia da mina de Aljustrel

Partido Livre apoia a reativação do Ramal Ferroviário de Aljustrel, defendendo o projeto da mina do Gavião. 

Em comunicado o partido destaca a criação de mais de 150 empregos diretos e indiretos ligados ao projeto “Gavião”, exultando que a extração de cobre e zinco é essencial  às novas tecnologias. O projeto que apresenta um investimento de 250 milhões de euros é também visto como uma forma de combater a desertificação da região do Baixo Alentejo. 

Para tal, o Livre defende que a reativação do Ramal Ferroviário de Aljustrel deva ser uma prioridade, nomeadamente para o escoamento dos minérios. Desta forma, explica, permite aliviar a acessibilidade dentro do município, com desvio dos veículos pesados. 

Contudo, o partido alerta que a intenção da Almina, promotora do projeto “Gavião”, em incluir camiões 100% elétricos, enquanto que outros equipamentos e transporte pesado continuam a operar a gasóleo tem de ser alterada – de outra forma não irá existir de forma evidente qualquer redução de emissões de gases com efeito de estufa.

É aliás opinão do Livre que hajam respostas institucionais às preocupações dos habitantes sobre «a dispersão de poeiras finas» e as vibrações causadas por explosivos, defendendo a ativação da «rede permanente de monitorização da qualidade do ar», em articulação com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo.

No que toca a ganhos e proveitos, a visão é “o aumento das contrapartidas (royalties) pagas ao Estado” e um “reforço significativo das verbas transferidas diretamente para a autarquia”.

Da mesma forma, avisa que deverá haver maior transparência no modelo de contratos entre o Estado e o setor, através da adoção de regras internacionais aplicáveis à indústria extrativa. 

Crédito de imagem: ALMINA